Caixa de papelão de entrega da Amazon | Amazon prepara entrada no Brasil, mas tem dificuldades

Amazon prepara entrada no Brasil, mas tem dificuldades

 
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A Amazon se consolidou como a varejista online mais temida do mundo. Também não é para menos, pois, em dados atualizados a empresa tem mais de 170 milhões de usuários cadastrados, e vende praticamente uma infinidade de produtos em diversos setores de interesse, como vestuário, tecnologia, música, entre outros.

Entrada aclamada pelos brasileiros nas redes sociais, mas ainda mal sucedida

 

Essa não é uma conversa recente. Já que a empresa deseja estrear com livraria digital e comercialização do leitor Kindle, Jeff Bezos, fundador da Amazon, negocia a entrada no país com transportadoras e editoras desde 2009. Executivos brasileiros contratados por Bezos negociam incentivo fiscal com os ministérios do Desenvolvimento, da Fazenda, da Educação e da Cultura. Como benefício próprio e, consequentemente, do fator público, a empresa negocia a inclusão do Kindle na disputa de licitações para a compra de tablets para as escolas públicas.

Amazon prepara entrada no Brasil

Em uma reunião com mais ou menos dez editoras, a Amazon pediu desconto de 50% nos livros, mas com o direito de cobrar o quanto quiserem pelo exemplar digital. É claro que para eles isso não é possível, pois eles temem uma falência das livrarias, de forma similar às dos Estados Unidos. Apesar de pedir um desconto ameaçador às livrarias, a empresa de Bezos se comprometeu a comercializar o livro digital ao mesmo tempo que o de papel nas livrarias. O único apoio da Amazon, por enquanto, são as agências de marketing digital, que seguem a mesma linha de pensamento da Amazon, e a Xeriph, maior distribuidora de livros digitais do país.

Estratégia dos livros digitais é algo novo para a Amazon

 

A comercialização de livros digitais começou em 2007, quando o Kindle foi lançado e inicialmente vendido na Itália e Espanha. Apesar da venda de livros digitais ser praticamente inexistente no Brasil, a Amazon acredita que lentamente isso mudará, assim como mudou o comércio eletrônico no país.

Aqui no Brasil, Bezos se deparou com uma dificuldade de montar uma estrutura de distribuição que ainda não tinha conhecido em outros países. Que aqui tudo é mais caro e complicado, todos nós sabíamos, mas Bezos não imaginava que fosse tanto. Apesar das dificuldades, a empresa deseja estar totalmente estruturada até junho de 2013. Para a tristeza de alguns e a alegria de muitos.

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